Os maiores riscos de cibersegurança para 2026 e o que sua empresa precisa fazer

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Giovanna Guimel

Data

6 de janeiro de 2026

O cenário digital está evoluindo em velocidade máxima, e isso afeta diretamente a forma como as empresas operam. A combinação de inteligência artificial, ambientes híbridos, trabalho remoto e uma quantidade crescente de dispositivos conectados transforma a rotina corporativa, aumenta a eficiência e abre novas possibilidades. Porém, esses mesmos avanços ampliam significativamente as superfícies de ataque e expõem organizações a riscos que crescem na mesma proporção.

As previsões para 2026 apontam que as ameaças serão mais inteligentes, mais silenciosas e muito mais difíceis de identificar. Sua empresa precisa entender essas mudanças e se preparar agora para garantir a continuidade operacional, a proteção de dados e a confiança de clientes e parceiros.

1. A inteligência artificial transformará ataques em operações quase indetectáveis

A IA está capacitando criminosos a criar golpes extremamente convincentes. Vídeos falsos que imitam diretores, e-mails com linguagem corporativa perfeita, telefonemas com voz clonada e malwares que mudam de comportamento em tempo real são algumas das técnicas que devem se intensificar até 2026.

Para as empresas, isso significa que fraudes que antes eram facilmente percebidas pela equipe podem se tornar indistinguíveis das interações reais do dia a dia. Esse cenário exige um investimento mais forte em soluções de detecção inteligente, revisão constante de processos internos e um programa de conscientização que prepare cada colaborador para identificar sinais que os sistemas nem sempre veem.

2. Erro humano e credenciais expostas continuarão sendo fatores decisivos nas invasões

Mesmo com soluções avançadas, a fragilidade humana permanece como um dos principais pontos de entrada para invasores. Senhas fracas, configurações incorretas, falta de atualização e compartilhamento indevido de informações são erros comuns que colocam o ambiente corporativo em risco.

Com o avanço dos infostealers, que capturam credenciais de forma silenciosa, um invasor pode se mover pela infraestrutura da empresa como se fosse um usuário legítimo. Isso reforça a necessidade de fortalecer políticas de acesso, implementar autenticação robusta, supervisionar permissões críticas e treinar continuamente as equipes para entenderem seu papel dentro da segurança organizacional.

3. Ransomware se tornará mais estratégico, agressivo e voltado à extorsão

O ransomware continuará sendo uma ameaça central para empresas e deve evoluir para métodos ainda mais destrutivos. A tendência é que criminosos passem não apenas a sequestrar dados, mas também a roubar informações sensíveis para usá-las como forma de pressão.

Para o universo corporativo, isso significa risco operacional, financeiro e reputacional. Empresas precisam estabelecer rotinas de backup verdadeiramente confiáveis, testar seus planos de resposta a incidentes e adotar tecnologias capazes de detectar movimentações suspeitas antes que o ataque se concretize. Quanto mais estruturada for a resposta interna, menor será o impacto de uma tentativa de extorsão.

4. O aumento de dispositivos conectados ampliará drasticamente a exposição da sua empresa

Crescimento da IoT, trabalho remoto e ambientes híbridos tornam o controle da infraestrutura muito mais complexo. Câmeras, sensores, notebooks e sistemas inteligentes podem se tornar pontos de entrada caso não estejam configurados e monitorados corretamente.

Para as empresas, cada dispositivo adicional adicionado à rede representa um novo risco. É essencial mapear todos os equipamentos, aplicar políticas claras de atualização, segmentar redes e garantir que cada ativo siga padrões mínimos de segurança. Assim, mesmo que um dispositivo seja comprometido, o impacto fica contido e não se espalha para toda a operação.

5. Identidades corporativas serão o alvo preferido dos criminosos

O aumento de ataques focados em credenciais e contas privilegiadas é uma das tendências mais preocupantes. Com apenas uma credencial comprometida, um atacante pode acessar sistemas críticos sem chamar atenção, o que torna esse tipo de invasão difícil de identificar imediatamente.

Para as empresas, isso reforça a importância de adotar práticas sólidas de gestão de identidades, monitorar acessos em tempo real e aplicar políticas rigorosas de privilégio mínimo. Quanto mais bem estruturado for esse controle, menor a chance de um invasor se mover livremente dentro do ambiente corporativo.

Sua empresa define agora o nível de segurança que terá em 2026

O futuro da cibersegurança exigirá mais inteligência, mais estratégia e mais preparação. Os ataques serão mais sofisticados e menos óbvios, e a proteção dependerá da capacidade das empresas de adaptar processos, criar cultura interna, atualizar tecnologias e fortalecer o monitoramento.

Se a sua empresa deseja iniciar essa jornada com segurança e eficiência, a Braptec está preparada para apoiar na implementação das melhores práticas e soluções de cibersegurança do mercado, sempre com foco em prevenção, resposta rápida e proteção contínua.

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